Sempre quando não estou bem, costumo ir à um parque onde eu aproveitei bem minha infância. Eu caminho com meus fones, atravesso a rua com uma incerteza, na maioria das vezes me arrependo de ir até lá, pois sempre volto com os olhos encharcados, a nostalgia sempre me vence, é incrível, mas também, volto com um pouco menos da dor.
E, agora, quando eu vou lá, não é apenas pra relembrar minha infância, mas também, me lembrar de uma pessoa que eu gostaria que estivesse sempre comigo. Mas não está. A lembrança me tenta, sempre.
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